Nasci pra cantar, tocar meu violão e pintar,
nasci pra viver a minha vida particular
e com quem nela conseguir me alcançar,
nasci com braços longos
feito árvore na ventania,
nasci torto e vou morrer torto.
(J.Rocha)
terça-feira, 12 de abril de 2011
sábado, 26 de março de 2011
Avenida vendida
Onde eu fui, havia uma mulher com um pato numa coleira, quando voltei, havia um pintura descolorida pelo tempo, não tem pato, nem coleira, tem uma mulher e um bandolin, cantarolando uma música que diz ''está tudo bem, porque vc pediu pra eu dizer'', foi assim, quando fui e quando voltei de um lugar onde a caixa de som tem ruídos, os holofotes são meio foscos, e o ruído se propaga mudo e infinito.
(J.Rocha)
Onde eu fui, havia uma mulher com um pato numa coleira, quando voltei, havia um pintura descolorida pelo tempo, não tem pato, nem coleira, tem uma mulher e um bandolin, cantarolando uma música que diz ''está tudo bem, porque vc pediu pra eu dizer'', foi assim, quando fui e quando voltei de um lugar onde a caixa de som tem ruídos, os holofotes são meio foscos, e o ruído se propaga mudo e infinito.
(J.Rocha)
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
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