Fim de mês, o do aniversário (J.Rocha)
Hoje estou sentando na varanda de casa, que não é bem uma varanda, aqui e ''airinha''.
Hoje o dia está como eu gosto, nublado, sem frio, mas também sem calor, comecei a me lembrar de hoje, como se fosse ontem, mas agora já passou.
Minha mãos tem poucos pêlos, estou me tornando homem, fisicamente, um pouco rápido, mentalmente talvez, mas a minha essência de criança insiste em ser mais que essência.
Ah, a essência essa sim é quem sou eu, ou eu sou ela?
Nesse fim de mês, corri feito louco, pra buscar uma flor do campo, pra minha mãe, ela me disse ''Feliz aniversário'' quando eu já estou pra achar um dia triste, apesar de estar como eu gosto dos dias.
Mas quando peguei a flor não pude entregá-la, acho que tive medo de me expressar com mais alguém além de mim, ou Deus, talvez,o que eu sentia.
Foi um final de mês que nunca vou me esquecer, porque cheirava a infância, uma infância que as vezes me faz falta senti-la, as vezes que eu ''queria sumir, não morrer, só sumir mesmo''.
O tempo as vezes me mostra tanta coisa, eu queria que ele nõa machucasse tanto, as vezes vejo coisas boas, mas as vezes sinto que ele ensina coisas que eu nunca quis saber.
E acaba, o mês, o do aniversário.
sábado, 26 de janeiro de 2013
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
A Propósito (s)
(J.Rocha)
Hoje estou meio cabisbaixo
encontrei meu reflexo no espelho
ele estava mais que cansado
tinha um tom de tristeza
Não tinha olheiras
nem marcas de falta de algum afago
Era como se o dia ou a noite, que seja,
não tivesse nunca passado
Hoje encontrei-me perdido
procurando algo nos espaços
de tempo, talvez, sem tempo outra vez
tento manter-me de pé
mas o relógio me tira a concentração
São problemas que não sei como surgem
Surgem problemas que não sei de onde vem
Talvez de mim, talvez de você também.
Tenho pensado em voltar a velha vida
para esquecer que crio um sofrimento
um desânimo e mágoas
pensei que a vida fosse menos complicada
sinto falta da liberdade.
Não de ser só, quero liberdade pra poder falar,
entregar os segredos e deixar a TV fora do ar
Queria ter alguns sonhos sem medo de tentar
Hoje, a propósito (s),
sonhei que não me via no espelho
que no lugar do reflexo
havia outros espelhos
me levando pra outra dimensão
senti vontade de gritar e correr nu
correr no campo
aos prantos
pra o vento ouvir, e me sentir
Me olho no espelho,
ainda estou meio cabisbaixo,
encontro meu reflexo,
que agora são vários espelhos
que mais uma vez,
tentam preencher algum espaço.
(J.Rocha)
Hoje estou meio cabisbaixo
encontrei meu reflexo no espelho
ele estava mais que cansado
tinha um tom de tristeza
Não tinha olheiras
nem marcas de falta de algum afago
Era como se o dia ou a noite, que seja,
não tivesse nunca passado
Hoje encontrei-me perdido
procurando algo nos espaços
de tempo, talvez, sem tempo outra vez
tento manter-me de pé
mas o relógio me tira a concentração
São problemas que não sei como surgem
Surgem problemas que não sei de onde vem
Talvez de mim, talvez de você também.
Tenho pensado em voltar a velha vida
para esquecer que crio um sofrimento
um desânimo e mágoas
pensei que a vida fosse menos complicada
sinto falta da liberdade.
Não de ser só, quero liberdade pra poder falar,
entregar os segredos e deixar a TV fora do ar
Queria ter alguns sonhos sem medo de tentar
Hoje, a propósito (s),
sonhei que não me via no espelho
que no lugar do reflexo
havia outros espelhos
me levando pra outra dimensão
senti vontade de gritar e correr nu
correr no campo
aos prantos
pra o vento ouvir, e me sentir
Me olho no espelho,
ainda estou meio cabisbaixo,
encontro meu reflexo,
que agora são vários espelhos
que mais uma vez,
tentam preencher algum espaço.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Duas horas
(na avenida vendida, vende-se de tudo, de sonhos a dinheiro''
Me lembro das ruas,
pés que andam nas ruas
cheias,
ruas cheias de pessoas,
e eu cheio das pessoas
que enchem as ruas
Que a noite voltarão pra casa
e saírão das ruas
desanimadas,
por viverem vidas que não são suas
Eu fico,
pra fazer companhia a solidão das ruas
vazias
do vinho, mais uma dose
Agora dormem os bebês chorões
enquanto eu admiro mais uma vez as luas
aproveito a noite enquanto as ruas são minhas
porque eu sinto e sei,
que amanhã de manhã já serão todas suas.
(J.Rocha)
(na avenida vendida, vende-se de tudo, de sonhos a dinheiro''
Me lembro das ruas,
pés que andam nas ruas
cheias,
ruas cheias de pessoas,
e eu cheio das pessoas
que enchem as ruas
Que a noite voltarão pra casa
e saírão das ruas
desanimadas,
por viverem vidas que não são suas
Eu fico,
pra fazer companhia a solidão das ruas
vazias
do vinho, mais uma dose
Agora dormem os bebês chorões
enquanto eu admiro mais uma vez as luas
aproveito a noite enquanto as ruas são minhas
porque eu sinto e sei,
que amanhã de manhã já serão todas suas.
(J.Rocha)
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Hoje não escrevi nada, ainda
Só parei pra pensar
qual direção seguir
quando todos os caminhos parecem um só
Só parei pra pensar
qual decisão tomar
quando persiste uma desição pré tomada
Poesia, poesia, poesia...
se levada ''muito a sério''
te enforca
É como um pintor
que segue as regras, que segue as regras...
que segue as regras...
Há tempo tenho sentido medo da liberdade
talvez porque imagino que ser muito livre
é ser meio preso, se pode me entender
só queria um tempo pra pensar, pra entender
ou então pra esquecer de vez
Não vo falar em justiça ou injustiça,
só penso em descomplicar tanto
sentir que o vento ainda sussurra lá fora
esquecer que tudo é quase sempre tão ruim,
Queria um lugar pra me deitar
e esquecer do tempo,
queria fugir um pouco das regras...
Só parei pra pensar.
Pensei.
Só parei pra pensar
qual direção seguir
quando todos os caminhos parecem um só
Só parei pra pensar
qual decisão tomar
quando persiste uma desição pré tomada
Poesia, poesia, poesia...
se levada ''muito a sério''
te enforca
É como um pintor
que segue as regras, que segue as regras...
que segue as regras...
Há tempo tenho sentido medo da liberdade
talvez porque imagino que ser muito livre
é ser meio preso, se pode me entender
só queria um tempo pra pensar, pra entender
ou então pra esquecer de vez
Não vo falar em justiça ou injustiça,
só penso em descomplicar tanto
sentir que o vento ainda sussurra lá fora
esquecer que tudo é quase sempre tão ruim,
Queria um lugar pra me deitar
e esquecer do tempo,
queria fugir um pouco das regras...
Só parei pra pensar.
Pensei.
domingo, 3 de junho de 2012
Can Anyone Hear?
Hey, do you Can Hear this song?
I did When You slept
Is a bit sad
But is not the farewell
I'm gonna fly, not me surrender,
Because you are a piece of me
I'm gonna survive, not disagree
But, i need of the moment alone.
You can hear this song?
I did while breathing
Is a little sad
But is not the end
Hey, do you Can Hear this song?
I did When You slept
Is a bit sad
But is not the farewell
I'm gonna fly, not me surrender,
Because you are a piece of me
I'm gonna survive, not disagree
But, I'm need of the moment alone.
(J.Rocha / Pog Blue 2012)
Hey, do you Can Hear this song?
I did When You slept
Is a bit sad
But is not the farewell
I'm gonna fly, not me surrender,
Because you are a piece of me
I'm gonna survive, not disagree
But, i need of the moment alone.
You can hear this song?
I did while breathing
Is a little sad
But is not the end
Hey, do you Can Hear this song?
I did When You slept
Is a bit sad
But is not the farewell
I'm gonna fly, not me surrender,
Because you are a piece of me
I'm gonna survive, not disagree
But, I'm need of the moment alone.
(J.Rocha / Pog Blue 2012)
domingo, 25 de março de 2012
"Senti saudade de escrever, percebi depois de um tempo que quando escrevo,falo comigo mesmo, falo de mim, pra eu...e assim sei realmente o que senti vontade de dizer."(J.Rocha)
Lágrimas de tinta
Um artista que acorda
de uma arte que dorme
Um artista que chora
por uma tinta que escorreu
Um poeta que acorda
de uma poesia que dorme
Um poeta que chora
por uma poesia que não escreveu
Escapou de suas mãos
do desejo de sentir feito
de sentir vontade de reinventar
Escapou por pouco
por tão pouco que pareceu ficar
E escapando de forma tão sutil
Já não importa se alguém ainda viu
a falta de rima ou de combinação de cor
sempre serão do artista em qualquer lugar.
(J.Rocha)
Lágrimas de tinta
Um artista que acorda
de uma arte que dorme
Um artista que chora
por uma tinta que escorreu
Um poeta que acorda
de uma poesia que dorme
Um poeta que chora
por uma poesia que não escreveu
Escapou de suas mãos
do desejo de sentir feito
de sentir vontade de reinventar
Escapou por pouco
por tão pouco que pareceu ficar
E escapando de forma tão sutil
Já não importa se alguém ainda viu
a falta de rima ou de combinação de cor
sempre serão do artista em qualquer lugar.
(J.Rocha)
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